Um amigo meu comprou um iPad e de uns tempos para cá não estava conseguindo baixar nada na Apple Store Brasileira. Quando ele clicava no botão instalar de um aplicativo aparecia a mensagem:
Ao clicar no botão continue, apareciam os dados para serem confirmados (nome, dados do cartão, endereço, etc), porém ao clicar em confirmar aparecia a mensagem: “o estado precisa ter 3 dígitos“. Hã?! Como assim :S ?! Até hoje que eu saiba os estados Brasileiros só possuem 2 dígitos, e o pior no campo de seleção de estado não tinha nenhum com 3 dígitos.
Eu e meu marido perdemos um tempo tentando descobrir como resolver esse bug. Atualizamos o cadastro dele no site da Apple, preenchemos todos os campos, mas ao voltar no iPad na Apple Store dava o mesmo erro: “o estado precisa ter 3 dígitos“. Foi aí que resolvemos pesquisar no Google e vimos que várias pessoas estavam com o mesmo problema tanto para iPad quanto para iPhone. A dica que encontramos para resolver foi:
Entrar no iTunes;
Alterar o cadastro e deixar o estado em branco;
Salvar a alteração;
Depois repitir o mesmo processo e salvar com o estado correto;
Voltar no iPad/iPhone e tcharãaa, os aplicativos já podem ser baixados.
Agora a minha pergunta, como a Apple ainda não percebeu esse bug?!
A Adobe anunciou nesta quarta-feira que não vai mais desenvolver o plug-in do Flash para navegadores de celulares e tablets. O plug-in motivou há alguns anos uma batalha pública entre Adobe e Apple, cujo cofundador Steve Jobs considerava o Flash vulnerável, fechado e um consumidor voraz de bateria. O iPhone e o iPad não dão suporte ao plug-in.
Em comunicado, a Adobe informou que passaria a focar no HTML5, que permite a criação de conteúdo similar ao do Flash mas cuja tecnologia não pertence à Adobe.
A empresa prometeu continuar dando suporte às versões já existentes do plug-in, para Android e BlackBerry, corrigindo falhas de segurança por exemplo.
Acho que na era onde a Internet era estática o Flash foi uma revolução, trazendo animações e movimentos para os sites. Hoje isso já não é mais necessário, visto que existem outras formas tais como vídeos e scripts que podem trazer movimento para uma página.
O Google lançou nesta quarta-feira (19/10) o serviço Google Shopping, que permite buscar e comparar produtos. De acordo com a companhia, o site já possui mais de 200 mil empresas de comércio eletrônico cadastradas para oferecer produtos em todo o mundo. O Brasil é o único país onde os usuários poderão consultar o preço parcelado de cada produto.
Ao buscar um produto, o usuário receberá resultados com fotos, resenhas, comentários de usuários e preços, além de poder filtrar o resultado e encontrar o local onde ele pode adquiri-lo. Esses resultados são exibidos na própria página de busca do Google. Os algoritmos da pesquisa determinam a relevância das respostas, assim como no mecanismo de busca normal, segundo a empresa.
A empresa afirma que, para o varejista, as vantagens do Google Shopping estão no cadastro gratuito e na visibilidade dos produtos no mecanismo de busca do Google. No Brasil, o grupo Nova Pontocom, criado a partir da associação entre Grupo Pão de Açúcar e Casas Bahia, faz parte do Google Shopping.
Página principal do Google Shopping
Resultado da pesquisa do Google ao lado a opção shopping
Os dados a seguir são da StatCounter, e são baseados em estatísticas de visitantes de mais de 3 milhões de sites.
No gráfico a seguir podemos ver a % de utlização do Chrome por continente, e a América do Sul se destaca dos outros.
No próximo gráfico podemos ver a % de utilização de outros navegadores (IE, Firefox e Chrome) também por continente. Interessante observar que na África e Europa o IE e Firefox possuem praticamente a mesma porcentagem. Já na América do Sul o Chrome ultrapassou o Firefox e na América do Norte, Ásia e Oceania o IE é o mais utilizado.
Aqui podemos fazer uma análise um pouco mais profundo sobre o uso de navegadores na América do Sul.
Agora é muito mais fácil se candidatar a uma vaga que esteja na internet, o LinkedIn criou um plugin que permite as empresas incluirem um botão chamado “Apply with LinkedIn” em seus sites. O interessante desse botão é que o candidato não precisará preencher formulários enormes pois todos os seus dados, experiências e recomendações já estão cadastradas no LinkedIn.
Gabriela Mizarela, 30 anos, coordenadora de projetos. Atualmente, além do trabalho de gestão de projetos através das metodologias do PMI e Scrum, também controlo a parte de marketing digital da empresa (Analytics, Adwords, Redes Sociais, etc).
Resolvi criar esse site para publicar artigos interessantes que leio na Internet, além de ter a possibilidade de escrever sobre algum assunto ligado ao meio que trabalho.